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Post Exclusivo da Equipe Click

Nossa equipe achou muito interessante a produção desse blog, pois nos trouxe muitos conhecimentos em relação as matérias apresentadas. Descobrimos que no Teoísmo existem duas forças (o yin e o yang), que no Confucionismo não existe um deus criador e que a base da felicidade dos humanos é a família e uma sociedade harmônica, descobrimos também que, segundo o Budismo, os atos praticados em cada reencarnação definem a condição de cada pessoa na vida futura. Nos divertimos aprendendo sobre os samurais e como eles são conhecidos como verdadeiros heróis que lutam contra todos os tipos de inimigos empunhando espadas afiadíssimas. Ficamos assustados quando estudamos sobre os povos da África e da Ásia e descobrimos que o principal trabalho das mulheres era ter filhos. No finalzinho, aprendemos bastante sobre Moçambique e o Egito, e ficamos todos encantados com os mitos e crenças interessantes da religião egípcia.
Ficamos super surpresos quando descobrimos que a escravidão já era utilizada na África antes da chegada dos europeus e como os escravos eram utilizados para extrair tributos e dízimo para a Igreja. Por fim, adoramos ter criado o blog e levar à outras pessoas, talvez até alunos que estão fazendo suas pesquisas, um mundo novo, cheio de informações.
Abraço da equipe Click! ;)

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Comércio de Escravos

Sim, a escravidão já era utilizada na África antes da chegada dos europeus, principalmente pela escravização de prisioneiros de guerra de tribos rivais. O comércio de escravos para o Ocidente era em seu início feito pelas caravanas muçulmanas que cruzavam o Saara em busca de escravos e os vendiam aos europeus ou a outras regiões islâmicas, com destaque a cidade de Ceuta. Com a expansão marítima, os europeus passaram a comercializar escravos diretamente com os líderes tribais da África Sub-Saariana. A escravidão foi desenvolvida porque servia aos propósitos europeus de utilizar a mão-de-obra escrava na colonização da América onde faltasse mão-de-obra indígena e também para extrair tributos e mesmo dízimo para a Igreja, além de que servia, na África, para consolidar reinos locais, uma vez que estes enriqueciam com o comércio com os europeus, além de reforças as estruturas sociais de diferenciação tribal existentes.

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