Nossa equipe achou muito interessante a produção desse blog, pois nos trouxe muitos conhecimentos em relação as matérias apresentadas. Descobrimos que no Teoísmo existem duas forças (o yin e o yang), que no Confucionismo não existe um deus criador e que a base da felicidade dos humanos é a família e uma sociedade harmônica, descobrimos também que, segundo o Budismo, os atos praticados em cada reencarnação definem a condição de cada pessoa na vida futura. Nos divertimos aprendendo sobre os samurais e como eles são conhecidos como verdadeiros heróis que lutam contra todos os tipos de inimigos empunhando espadas afiadíssimas. Ficamos assustados quando estudamos sobre os povos da África e da Ásia e descobrimos que o principal trabalho das mulheres era ter filhos. No finalzinho, aprendemos bastante sobre Moçambique e o Egito, e ficamos todos encantados com os mitos e crenças interessantes da religião egípcia.
Ficamos super surpresos quando descobrimos que a escravidão já era utilizada na África antes da chegada dos europeus e como os escravos eram utilizados para extrair tributos e dízimo para a Igreja. Por fim, adoramos ter criado o blog e levar à outras pessoas, talvez até alunos que estão fazendo suas pesquisas, um mundo novo, cheio de informações.
Abraço da equipe Click! ;)
Post Exclusivo da Equipe Click
às 19:37:00 Documentado por Equipe Click
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Moçambique
às 09:56:00 Documentado por Equipe Click
A Ilha de Moçambique foi visitada pela frota de Vasco de Gama no dia 02/03/1498.
De início, Moçambique era governada como parte da Índia Portuguesa. Foi parte da África Portuguesa desde 1751, colônia portuguesa até 1951 e a partir daí, Província Ultramarina.
Presume-se que os Humanóides tenham se fixado em torno de Moçambique há 2 milhões de anos e os Homo Sapiens se estabeleceram na área há pelo menos 100.000 anos.
Os povos Bantu teriam começado a migrar para a área há 2.000 anos, trazendo ferramentas do ferro e armas.
Ao fim do primeiro milênio, diversas cidades floresciam ao longo da costa de Moçambique, onde os Bantu negociavam com outras partes de África, do Oriente Médio e da Índia. A influência árabe nestes portos era forte e o suaíle era língua franca do comércio.
Desde o século IX, existiu um importante comércio de marfim e talvez de ouro, na região ao sul da foz do rio Zambeze, onde os árabes criaram posteriormente o porto de Sofala. Os reinados Maravi entre o Lago Niassa (Malauí) e o rio Zambeze, parecem ter sido uma confederação de pequenas tribos com dinastias hereditárias.
O país já era próspero quando os portugueses chegaram (Covilhã, 1490 e Vasco da Gama, 1498) e se instalaram no litoral. Eles subiram o Zambeze até Tete (1632) e derrotaram os árabes; observaram (Antônio Fernandes, 1512 a 1516) a existência, no interior, de diversos reinados como Kiteve (ou Quiteve), tributários de Monomotapa, cuja capital se situava no sul do vale do Zambeze; os comerciantes portugueses se instalaram no baixo vale.
Durante o século XVII a supremacia do Monomotapa entrou em declínio, e os portuguesas puderam mudar suas instalações para o norte da foz do Zambeze. O papel dos árabes cresceu no norte e o comércio de escravos se ampliou.
Em 1752, os portugueses desvincularam seus estabelecimentos da colônia das Índias Portuguesa e instalaram um administrador autônomo.
Com as explorações de Serpa Pinto (1878-1879), tentaram unir Angola e Moçambique, acrescido desde 1875 da baia de Delagoa, em um império único transafricano, mas não conseguiram diante da oposição britânica.
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